O "Filho Perfeito" conta a história da família Cass. O foco principal é Erika, cujo filho, Liam, tem um histórico de comportamento perturbador desde muito pequeno.
Agora, ele é um adolescente e Erika faz tudo ao seu alcance para proteger as pessoas da sua vida. Quando uma garota da sua turma desaparece, Erika teme o pior.
Erika Cass, uma mulher suburbana cuja vida vira de cabeça para baixo quando dois policiais batem à sua porta e seu filho, Liam, se torna suspeito em um caso de desaparecimento aterrorizante. Ambientada em Long Island, a história explora a dinâmica de uma família perfeita assolada por segredos sinistros.
O início deste livro me prendeu imediatamente. O dilema que Erika enfrentou com seu filho potencialmente perigoso, tentando protegê-lo de si mesmo e impedi-lo de se tornar uma ameaça para os outros, foi interessante de ler, e as medidas que ela tomou começaram a beirar o implausível, enquanto o pai, Janson, tratava tudo de maneira supérflua, mas a história foi envolvente.
Confesso que os personagens dos livros da Freida costumam me irritar, porém neste não havia nenhum personagem estúpido ou irritante, mas nenhum em particular me chamou a atenção. A construção dos personagens foi bem decente na minha opinião.
Um cenário que é um personagem por si só. McFadden captura perfeitamente aquela sensação de perfeição da casa com cerca branca, escondendo algo podre por baixo. Os vizinhos intrometidos, as mães julgadoras da associação de pais e mestres — tudo parece Sufocante e real.
"O Filho Perfeito" é uma história que desafia nossas suposições sobre família, moralidade e os limites do amor. Enquanto explora as profundezas da experiência humana em várias nuances. Freida McFadden certamente conseguiu isso com este thriller.
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