
O nosso review, como sempre temos feito, é para comentar os episódios, sem spoilers, apenas com nossas impressões sobre a série. E de antemão já revelamos: curtimos demais a adaptação, é bem fechadinha, tudo é conectado e também está muito fiel ao livro, já já publicamos o livro vs série com esses comentários e spoilers.
A sinopse da série em uma frase é: Em busca da filha que fugiu, um pai desesperado acaba envolvido em um caso de assassinato e descobre segredos que podem destruir sua família de vez.
Personagens
Simon e a família Greene
Simon (James Nesbitt) é o nosso protagonista, que logo no primeiro episódio, tentando proteger a sua filha, se envolve numa briga que o torna uma espécie de webcelebridade. Ao longo de toda a série, ele vai sofrendo mais e mais, com segredos que vão sendo revelados e na sua luta para trazer sua filha de volta para casa. O James Nesbitt entrega muito na atuação, a gente consegue se conectar com ele muito rápido. Ingrid (Minnie Driver) é a mãe que fará tudo que estiver ao seu alcance para proteger os filhos.
Anya (Ellie Henry), a filha mais nova, a atriz tem uma síndrome chamada Ehlers-Danlos e usa cadeira de rodas para se locomover. Isto que gerou uma confusão para quem estava assistindo, nós também tivemos essa estranheza, a questão de saúde da atriz foi divulgada recentemente nas redes sociais. Sam (Adrian Greensmith) é o filho do meio, e a Paige (Ellie de Lange), a filha mais velha, que se envolve com drogas.
Elena Ravenscroft (Ruth Jones)
A detetive particular que nos deixa intrigado com suas investigações, ora trabalhando ora para benefício próprio. Ela é quem começa a puxar o fio que vai desvendar o motivo pelo qual muitas mortes estão acontecendo. Ainda vive o luto pela perda do seu marido. E trabalha com a Lou (Annette Badland), que além de ser seu braço direito nas investigações, também é sua sogra. A Elena é muito carismática, é impossível não torcer pra ela.
Ash e Dee Dee
A dupla que nos dá medo, uma lista de alvos que os dois vão assassinando, aos poucos descobrimos que além de grana, há também o envolvimento de uma seita. Os atores Jon Pointing e Maeve Courtier-Lilley mandaram muito bem, a gente fica com medo dos dois. Observar as atitudes dos dois e descobrir seus passados, faz com que a gente entenda um pouco melhor as atitudes deles no presente.
Os detetives Isaac Fagbenle e Ruby Todd
Interpretados por Alfred Enoch e Amy Gledhill, a dupla que investiga e secretamente vive um romance. Nem sempre concordando com todas as atitudes um do outro, mas sempre com muitos flertes, os dois vão seguindo uma trilha de pistas.

A primeira cena já mostra a Paige junto com um homem mascarado, quem é ele? Logo depois somos apresentados a família Greene, uma família que parece perfeita, até que a Paige, se envolve com drogas. Os pais culpam o namorado da filha, Aaron, por ter apresentado a ela as drogas.
Em outro núcleo, conhecemos a Elena, ela recebe uma ligação para um trabalho, localizar Henry, o filho de Sebastian Thorpe. O episódio termina com a Ingrid sendo baleada, depois de ao lado do Simon, ter ido fazer perguntas ao traficante Rocco, para quem Aaron trabalhava.
Quando o Aaron aparece morto, Simon se torna um dos principais suspeitos.
A dupla Ash e Dee Dee tem uma média de praticamente uma vítima por episódio, a todo tempo ficamos nos perguntando qual é o objetivo deles e tudo vai sendo desvendado aos poucos.
Ao lado da detetive Elena, vamos identificando relações entre as vítimas, que envolve um site de DNA, mas tudo fica muito nebuloso para que a gente entenda a motivação.
O drama segue com a família Greene, com a filha desaparecida, a esposa internada depois de ser baleada, Simon não vê outra opção senão tentar localizar a filha e para isso ele busca informações com parentes do namorado da filha e também com traficantes.
Quando uma pista da Elena faz com que achem uma conexão entre o caso que ela está investigando e a Paige, a gente começa e ver que tudo está conectado, mas não de uma forma que a gente poderia imaginar.
Com 8 episódios, duração média de 50 minutos, “Custe o que custar” entrega drama, suspense e uma reviravolta que faz a gente se questionar o que faria no lugar do protagonista. Uma pegada que já é comum nas séries britânicas do Harlan, é que ao final de cada episódio temos uma série de pistas e ganchos, o que faz com que a gente fique muito curioso para descobrir tudo. É uma ótima maratona para iniciar o ano, porque chega num momento que é impossível parar de assistir até obter todas as respostas, e se prepare, porque dessa vez, nenhum personagem está a salvo.


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